Agora é lei no RJ! Bibliotecas Públicas e Privadas sob a supervisão de um Bibliotecário formado

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Arte de Tania juarez y Carlos Vélez

Texto do Sindicato dos Bibliotecários do Rio de Janeiro

Nesta quarta, na ALERJ, também foi votado o projeto do Deputado Waldeck Carneiro e aprovado, que trata da Biblioteca Escolar. Em outubro de 2015, o Deputado esteve na sede do Sindicato e durante a reunião foram tratados vários aspectos sobre o projeto. Sendo destacado, a obrigatoriedade do Bibliotecário e a questão da abertura de concurso público para atender um pleito de nossa categoria, já que há mais de 20 anos o estado não abre concurso para essa área.

TEXTO AUTOGRAFADO
PROJETO DE LEI Nº 903-A/2015

DISPÕE SOBRE A OBRIGATORIEDADE DA INSTALAÇÃO DE BIBLIOTECAS ESCOLARES EM TODAS AS UNIDADES PÚBLICAS E PRIVADAS DE EDUCAÇÃO BÁSICA, NO ÂMBITO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, COM BASE NA LEI FEDERAL Nº 12.244/2010.

Autor(es): Deputado WALDECK CARNEIRO, FLAVIO SERAFINI

A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Art. 1º – Ficam todas as unidades públicas e privadas de educação básica, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, obrigadas a instalar bibliotecas escolares, com base na Lei Nacional nº 12.244, de 24 de maio de 2010.

§1º – A biblioteca instalada na unidade escolar deverá contar com acervo mínimo de um título para cada aluno matriculado.

§2º – Caberá ao respectivo sistema de ensino ou às direções das unidades escolares, no caso das unidades particulares, determinar a ampliação deste acervo conforme sua realidade, bem como divulgar orientações sobre guarda, preservação, organização e aquisição do acervo, bem como sobre o funcionamento da biblioteca escolar.

§3º – Na biblioteca instalada deverá conter um terminal de computador a cada 100 (cem) alunos, com acesso à internet, para a realização de pesquisas complementares, obtenção de atualização dos exemplares disponibilizados fisicamente ou ainda qualquer outra informação essencial à conclusão do estudo realizado.

Art. 2° – Para os efeitos desta Lei, considera-se biblioteca escolar a coleção de livros, periódicos, materiais videográficos e demais documentos registrados em diferentes suportes, destinados à consulta, pesquisa, estudo ou leitura, reunidos em ambiente físico situado nas dependências da unidade escolar.

§1º – As bibliotecas escolares de que trata esta Lei funcionarão sob a supervisão de um Bibliotecário, devidamente formado em curso superior de graduação.

Art. 3° – As unidades escolares deverão se adequar ao disposto nesta Lei até o dia 24 de maio de 2020, respeitado o exercício da profissão de Bibliotecário, disciplinado pelas Leis nº 4.084, de 30 de junho de 1962, e 9.674, de 25 de junho de 1998.

Art. 4º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, em 06 de abril de 2016.

DEPUTADO JORGE PICCIANI
Presidente

No Reino Unido, bibliotecas públicas são sacrificadas em cortes do governo

Texto escrito por Natália Portinari

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Por Loughborough University Library

Todos os meses, 578 crianças de áreas rurais das ilhas de Orkney, no norte da Escócia, aguardam ansiosamente a chegada de uma biblioteca itinerante. Os bibliotecários, Betty, John e Simon, controlam um acervo de 2.500 livros, uma fonte de conhecimento única na vida campestre.

Em março, porém, o conselho regional de Orkney anunciou uma redução de 25 mil libras (R$ 126 mil) no orçamento da biblioteca, ameaçando reduzir as visitas do ônibus. Escritores ingleses se uniram em uma campanha para tentar prevenir o corte.

Orkney não é o único alvo. Cortes de orçamento afetam o investimento em cultura em toda a Inglaterra. Segundo um levantamento recente da BBC, 343 bibliotecas públicas fecharam no Reino Unido desde 2010, 132 das quais eram itinerantes. Cerca de 8 mil empregos foram cortados, um quarto da mão-de-obra nacional de bibliotecários.

O Reino Unido tem, atualmente, 3.765 bibliotecas públicas, 2.940 unidades a menos que o Brasil -o Reino Unido tem menos de um terço da população brasileira.

Leia mais sobre o assunto em Folha de São Paulo

Biblioteca histórica é abandonada em São Bernardo

Por Leandro Baldini

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Crédito: Delcio Caldeira

Local histórico de São Bernardo e até mesmo utilizado por prefeitos como gabinete no passado, a Biblioteca Monteiro Lobato, situada na Rua Jurubatuba, no Centro da cidade, é hoje cenário de abandono e esquecimento. Vizinhos e comerciantes da região contam que há pelo menos três anos nenhum serviço de manutenção é feito no espaço.

A equipe do Diário do Grande ABC esteve na biblioteca na sexta-feira. É possível ver sinais de abandono e deterioração do local. Há janelas cobertas com plástico, paredes com rachaduras e sujeira acumulada. Até mesmo livros estão em falta nas prateleiras.

Leia mais sobre o assunto em Diário do Grande ABC

Lembrando que no dia 17 de novembro de 2015, o blog de noticias ABC do ABC, publicou que a Prefeitura de São Bernardo faria no início de 2016 à obra de reforma e modernização da Biblioteca Monteiro Lobato.

Biblioteca do Centur em Belém realizará oficina de restauro de livros

A coordenadora das oficinas, Suzane Totta, destacou a presença de ex-alunos. “Hoje eles fazem um trabalho voluntário na biblioteca e ajudam a orientar quem participa das oficinas”, diz a coordenadora. No encerramento das atividades, os alunos trocaram agendas confeccionadas por eles ao longo do curso.

Serviço:
Oficina de Restauro de Livros. Inscrições até o preenchimento de todas as vagas. Aulas de 4 a 29/04, das 8h às 12h. Interessados em se inscrever devem entrar em contato pelo número 3202-4377 ou enviar suas informações para o e-mail cepros@fcp.pa.gov.br.

Por Notícias do Pará

Homenagem Dia do Bibliotecário – O Globo

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(Foto: Caio Silveira/G1)

Texto de Caio Gomes Silveira

“Pude contribuir para que a biblioteca fosse um lugar especial. Durante meus anos de trabalho, eu vi muitas vidas sendo transformadas pelos livros. Muitas crianças, que antes ‘viviam’ na biblioteca, acabaram se transformando em profissionais de sucesso. Isso é gratificante e sinto que fiz o meu dever, pois as ajudei indiretamente. Mas o mais importante é que elas se tornaram pessoas do bem”. A afirmação é da aposentada de Itapetininga (SP) Ivete do Nascimento Pereira, de 61 anos, que trabalhou 33 anos como bibliotecária e contou sua história ao G1 em comemoração ao Dia do Bibliotecário neste sábado (12).

Ivete afirma que sempre foi apaixonada por livros, mas que decidiu ser bibliotecária após fazer um teste vocacional. “Eu sabia que ia seguir para a área de humanas, mas ainda não tinha uma ideia certa do que queria. Foi então que fiz um teste vocacional que apontou o curso de biblioteconomia, pois, além de leitura, sempre gostei muito de organizar arquivos. Decidi fazer o curso e me formei da Universidade de São Paulo (USP). Desde então, eu não deixei a profissão e foi a melhor coisa que fiz na minha vida”, afirma.

 

Leia mais sobre o assunto em G1 Itapetininga e Região

Homenagem Dia do Bibliotecário – Jornal A Cidade

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(Foto: F.L.Piton/A Cidade)

Texto de Jornal A Cidade / Da reportagem

Mariene Coutinho Rodrigues tem um objetivo no trabalho: mediar o contato entre as pessoas e o acesso ao conhecimento. Mais que desafiador, este é o compromisso diário de Mariane, que o cumpre com paixão.

Outro caso de amor com a profissão é o de Gina Botta de Souza. Em uma história curiosa, ela ganhou uma canção e um beijo no rosto após ajudar um garoto em seu trabalho escolar. Tudo o que ele precisava, segundo Gina, era de um livro.

O que essas duas mulheres tem em comum é o trabalho de organização, seja ele de conhecimentos, fatos históricos ou os mais diversos recursos informacionais. Elas são bibliotecárias. E neste sábado, 12 de março, é o dia delas.

Leia mais sobre o assunto em Jornal A Cidade