Bibliotecária da UFMG recebe prêmio nacional

Sem título

Beatriz Valadares Cendón, professora que orientou o projeto, e Gracielle Mendonça, no evento do ENANCIB (Foto: Divulgação)

Por Procedata Informática LTDA

O título da dissertação é “Um estudo sobre a interação dos usuários com a interface e o sistema de busca do Portal de Periódicos da CAPES”. Em sua pesquisa, Gracielle investigou as atividades de interação, busca e recuperação de informações no Portal da CAPES, órgão do Ministério da Educação que oferece acesso on-line à produção científica.

Segundo pesquisadora, a dissertação teve como objetivo estudar, em profundidade, a relação entre usuários de diversos níveis escolares, sociais e econômicos e o sistema de pesquisa, para entender as dificuldades de se usar os protocolos de informação de forma independente. “Nós integramos três áreas de estudo: a interação humano-computador, o comportamento de busca de informação e a recuperação da informação. Com isso, procuramos elaborar uma metodologia que possibilitasse a geração de sistemas mais interativos”, afirma.

Gracielle cursa, agora, doutorado em Ciência da Informação, e diz cogitar se vai continuar com o mesmo tema. “Estou ainda na fase das aulas, no início da pós-graduação. A minha proposta inicial é continuar estudando esse processo de recuperação da informação interativa, mas ainda terei tempo para pensar sobre a tese”, conta.

Pesquisa de doutorado sobre Arquitetura da Informação Pervasiva ganha prêmio nacional

Também no ENANCIB, o projeto de doutorado do professor Henry Pôncio Cruz de Oliveira, sobre Arquitetura da Informação Pervasiva, conquistou o prêmio de melhor tese do país. A dissertação é a primeira contribuição que introduz a temática na pesquisa científica nacional.

De acordo com o site “Portal do Bibliotecário”, a Arquitetura da Informação Pervasiva é uma abordagem teórico-prática que trata da pesquisa científica e do projeto de ecologias informacionais complexas. Ela busca manter o senso de localização do usuário, bem como o uso de espaços, ambientes e tecnologias de forma convergente e consistente.

Atualmente, Henry leciona no curso de Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba

Leia mais sobre o assunto no CRB-6

Geladeiras são transformadas e viram biblioteca em morros de Santos, SP.

Jovens das Oficinas Querô tiveram a ajuda de Leonardo Shesko (Foto: Thaianne Spinassi / Oficinas Querô)

Jovens participantes das Oficinas Querô transformaram geladeiras em bibliotecas em uma ação realizada nesta segunda (9) e quarta-feira (11) em Santos, no litoral de São Paulo. O Projeto Geladeiras Literárias foi realizado nos morros do município e a ação foi registrada para um documentário da equipe.

Ao todo, quatro geladeiras passaram pela transformação. Os jovens contaram com a ajuda do artista Leandro Shesko para customizar os equipamentos. Shesko auxiliou os integrantes das Oficinas Querô durante uma oficina ministrada por ele. Uma das geladeiras foi personalizada pelo artista, enquanto outras três foram de responsabilidade dos jovens.

Após uma campanha online, cerca de 300 livros foram doados por moradores e empresas da região. No Morro do Tetéu, a Geladeira Literária ficou posicionada no H&D Infinity, espaço onde são realizadas atividades com cerca de 20 crianças, oferecendo aulas de canto, dança e show de talentos.

Leia mais sobre o assunto em G1 Santos

Projeto de São Carlos é destaque no 8º Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias

Sem descrição do Autor
A abertura do 8º Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias (Seminário Biblioteca Viva), promovido pelo Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo (SisEB) e SP Leituras, contou com uma apresentação especial de trabalho desenvolvido na Biblioteca Escola do Futuro Dalila Galli no bairro Jockey Clube.
O encontro realizado de 9 a 11 no Centro de Convenções Rebouças na capital, destacou a importância das discussões e debates promovidos com informações que enriquecem os profissionais e líderes do setor de bibliotecas. Na ocasião o município apresentou um pôster digital sobre a Cultura Japonesa, trabalho desenvolvido na Biblioteca Escola do Futuro Dalila Galli no bairro Jockey Clube, como parte das atividades dentro do conceito de Biblioteca Viva entre outros projetos desenvolvidos mensalmente na biblioteca.
Segundo a bibliotecária do SIBI – Sistema Integrado de Bibliotecas de São Carlos, Patricia Helena Paschoalotti Cartaxo “incentivar o hábito da leitura e acesso á cultura junto aos alunos, professores e a comunidade em geral, se tornou uma das missões da nossa Biblioteca, de acordo com o projeto político pedagógico da escola, a cultura escolar, às oportunidades locais e a adesão da população do bairro”, disse ela.
Leia mais sobre o assunto em Prefeitura Municipal de São Carlos

Detentos reduzem tempo na cadeia com leitura de livros

Foto: Érica Melo/Seap

Em vigor há mais de dois anos, a Recomendação 44/2013 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem uma proposta simples: fazer o preso ler mais para ficar menos tempo na cadeia. Porém, apenas três presídios de Minas Gerais adotaram essa forma de estimular detentos a cumprir pena mais rapidamente: Itabira, Poços de Caldas e Governador Valadares, o que significa 2,1% das unidades prisionais do Estado. Além deles, a Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) de Nova Lima segue a recomendação, segundo a qual, a cada livro lido, resenhado e avaliado por uma comissão, o preso tem direito de abater quatro dias no cumprimento da sentença.

Na opinião do desembargador Jarbas Ladeira, coordenador do programa Novos Rumos, que monitora e fiscaliza o sistema carcerário no Estado, diante do atual cenário de presídios lotados e interditados, são necessários métodos que vão além da prisão de pessoas. Para ele, obras que variam da filosofia aos temas religiosos podem ser ferramentas para desafogar o sistema prisional e contribuir para a reinserção de um homem melhorado na sociedade. “A opinião pública quer que se encarcere mais e mais. Mas não temos onde colocar tanta gente. Se pudermos dar ao preso leitura e educação em vez do ócio, teremos as bases para reduzir até os índices de reincidência, que chegam a 85%”, avaliou.

A avaliação de Ladeira está em sintonia com últimos dados revelados pelo relatório “Mapa do Encarceramento: Os Jovens do Brasil”, divulgado em junho deste ano pela Secretaria Geral da Presidência da República, que mostra o crescimento de 624% da população carcerária no Estado entre 2005 e 2012.

Leia mais em: O Tempo das Cidades

Universitários arrecadam livros para criar biblioteca em ONG de Cabo Frio

Um grupo de universitários de um curso de Comunicação Social está desenvolvendo um projeto para arrecadar livros que serão usados para criar uma biblioteca comunitária em um bairro de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio. Os livros arrecadados pelo ‘Projeto LiterAção’ serão enviados à ONG Centro de Atenção ao Jovem Espaço Feliz – CAJEF, localizada no bairro Jacaré. Os alunos universitários também querem capacitar pelo menos duas pessoas da comunidade para atuar como orientadores na biblioteca.

A iniciativa faz parte da disciplina Projeto de Capital Social, que, todo ano, reúne os estudantes para ajudar uma instituição de caridade.

Pontos de coleta
Quem se interessar em fazer doações pode se dirigir, em Cabo Frio, à Universidade Veiga de Almeida, na Estrada Perynas, bairro São Cristovão ou à sede da Inter TV, na Avenida Wilson Mendes, nº 730, bairro Fonseca;

Outras cidades também têm postos de coleta. Em Macaé, na prefeitura local, na Avenida Presidente Sodré, 534. Em Iguaba Grande, no Instituto Genária Viana, na rua Morvan Barbosa Guimarães, s/n, lote A, quadra A, bairro Estação. Em Saquarema as doações podem ser feitas no Movimento Articulado de Mulheres Amigas de Saquarema (MAMAS), que fica na Avenida Saquarema, 620, Loja C, bairro Porto Novo.

Mais pontos serão divulgados futuramente na página do “Projeto Literação”. É possível também entrar em contato com a organização do projeto pela mesma página.

Leia mais em: G1 Região dos Lagos

Bibliotecas de Anadia assinalam dia mundial da Alimentação

ANADIA – É com a campanha “Leia + e coma melhor” que a Rede de Biblioteca de Anadia vai assinalar, no próximo dia 16 de outubro, o Dia Mundial da Alimentação, procurando contribuir para a divulgação da ideia de que a leitura e a promoção da saúde caminham de mãos dadas.

A ação decorrerá na Biblioteca Municipal e nas Bibliotecas Escolares da Escola Básica e Secundária de Anadia, da Escola Básica 23 de Vilarinho do Bairro, do Colégio Nossa Senhora da Assunção e dos Salesianos de Mogofores, tendo como principal objetivo levar a comunidade a associar o ato de ler à promoção da saúde. Assim, ao longo do dia 16 de outubro, estas cinco bibliotecas irão oferecer uma peça de fruta a cada utilizador requisitante de documentos livro. Na ocasião, serão também distribuídos folhetos do Projeto Nacional “Ler + dá Saúde”, com o intuito de informar os cidadãos sobre os benefícios da leitura nas diferentes etapas da vida.

Fonte: Local Pt

Biblioteca Humana permite aprender de pessoas e não de livros.

A Biblioteca Humana começou na Dinamarca, e permite as pessoas ler um catálogo e selecionar um tópico que querem ouvir. Há uma gama de tópicos disponível, a maioria tirados de genuína experiência humana, tipicamente focada num grupo “estigmatizado” ou estereotipado pela sociedade.

Minorias religiosas, raciais e sexuais voluntariaram-se para contar as suas histórias. Alguns dos títulos oferecidos incluem: Crianças sobreviventes do Holocausto, A história de um cigano, Veterano da Guerra do Iraque e Rapaz do Orfanato.

Após escolher um tópico sobre o qual querem escutar, os “leitores” pegam no seu cartão de biblioteca e são conduzidos a uma área de discussão, onde conhecem os seus “livros”. O projeto foi inventado para incitar ao diálogo e fomentar a compreensão entre diferentes tipos de culturas e pessoas – pessoas com quem, normalmente, não interagimos.

Na sua página de Facebook, a Biblioteca Humana escreve que “o propósito é desafiar o que nós pensamos saber sobre outros membros da comunidade, desafiar os nossos estereótipos e preconceitos num ambiente positivo, onde as perguntas difíceis são aceites, esperadas e agradecidas”.

A ideia começou em 2000 pela “Stop The Violence”, uma associação juvenil sem fins lucrativos. A primeira Biblioteca Humana foi realizada no Festival Roskilde, em Copenhaga, e já se espalhou a mais 70 países.

Fonte: Gazeta do Rossio