‘Anti-biblioteca’ de Umberto Eco é um labirinto de 30 mil livros

Por Caio Delcolli

Em uma cena do documentário Sulla Memoria (algo como “sobre memória”, em português), de 2015, o escritor Umberto Eco, morto na última sexta-feira (19), percorre os vários corredores de sua biblioteca. É de deixar qualquer um de queixo caído.

A monstruosa quantidade de livros que o autor de O Nome da Rosa tem em sua casa em Milão, na Itália, colocados em vários corredores de prateleiras, é a prova de que Eco viveu para a literatura.

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